Esse é um erro comum: tirar do caixa o que sobra. Resultado: vida pessoal ansiosa, família insegura e decisões ruins na empresa.
A solução é simples: organizar as finanças básicas com disciplina.
📌 Isso dá previsibilidade à família e força a empresa a se sustentar de verdade.
Aluguel, folha, impostos e contas essenciais devem caber em 60%–70% do faturamento líquido. Quando os custos fixos explodem, o lucro evapora.
Não é hora de grandes campanhas quando o caixa está apertado. Mas zere o marketing? Nunca.
Mantenha ao menos:
Uma loja de roupas faturava bem, mas o dono retirava valores diferentes todo mês — variando de R$ 6 mil a R$ 20 mil. Resultado: caixa imprevisível e fornecedor sem pagamento em dia.
Com pró-labore fixo, impostos provisionados e rotina mensal, o dono recuperou previsibilidade. O faturamento não mudou; o que mudou foi que finalmente virou lucro.
1) Quanto devo retirar de pró-labore?
O suficiente para cobrir suas despesas pessoais básicas sem sufocar a empresa. Ajuste gradualmente.
2) Posso deixar os impostos “para depois”?
Não. Isso vira bola de neve e multa. Sempre provisione no fluxo de caixa.
3) Marketing é custo ou investimento?
É investimento. Mas em momentos de aperto, mantenha o mínimo vital — nunca zere.
Quer estruturar pró-labore, custos e impostos de forma que sua loja de roupas tenha previsibilidade e lucro real?
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